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Olá!

Uma vez mais, é importante dizer que o tradutor não vive sem programas que o auxiliem nas traduções e, por isso, aprendemos a trabalhar com mais uma ferramenta – o across.

Na minha opinião, esta é uma das ferramentas mais essenciais ao tradutor. Apresenta inúmeras funções com as quais podemos trabalhar e que nos permitem obter traduções eficazes. Abaixo indico as funções com as quais aprendemos a trabalhar:

-View my tasks
-Show content
-Crosstask
-Crosstext
-Target Editor
-Search Center
-Crosssearch
-View my projects
-Touched
-Translated
-Content View
-Crossterm
-Fuzzy
-Insert crosstank match
-Split/joins segments
-Crosstank manager
-Add new entry
-Add term properties
-Add translation
-Quicly add term
-Save changes
-Save to crossterm – Save and exit

Se desejarem saber um pouco mais sobre esta ferramenta de tradução, podem consultar este site

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O tão (in)esperado acordo ortográfico!

Desde o dia 16 de Dezembro de 1990 que este acordo internacional da Língua Portugesa foi assinado por representantes oficiais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Portugal, em Lisboa com o objetivo de criar uma nova ortografia para unificar o português entre todos os países da CPLP.

No Brasil entrou em vigor em 2008 e em Portugal prevê-se entre o dia 1 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro do ano corrente.  Logo, a nova ortografia passa a ser obrigatória a partir do 1º de janeiro de 2013.

A  falta de treinamento ou orientação sobre  a nova ortografia provoca muitas dúvidas aos professores e alunos que destacam também o facto de alguns livros ainda não estarem adaptados às novas regras. Por isso, podemos constatar que há um enorme descontentamento essencialmente por parte de professores e alunos.

Como tal, não há margem para dúvidas de que realmente este acordo é completamente absurdo!

Se tiveres curiosidade em aprender algo mais sobre as novas regras do novo acordo ortográfico, clica aqui.

Olá de novo!

Bem, como já não passava por aqui há algum tempo, decidi vir hoje para dar continuidade a alguns posts ainda não concluídos.

Este post é dedicado à apresentação do site João Roque Dias, realizada no semestre passado no âmbito da mesma disciplina (TAT). Em conjunto com as minhas colegas Andreia Ceriz e Anabela Pinto, apresentamos oralmente um breve resumo deste site incidindo sobretudo neste tradutor técnico.

Em anexo encontra-se a nossa apresentação.

Trabalho João Roque Dias (2)

Este foi mais um trabalho proposto pela docente no qual era importante identificar quais os potenciais clientes e como conseguiríamos arranjar clientes de forma a prestar serviços à empresa.
Por outro lado, este trabalho também tinha como objetivo aprendermos a vender o nosso trabalho.
Como tal, poderão ter acesso a este trabalho clicando no ficheiro a seguir Estudo do Caso Webber

Por falta de tempo em vir aqui publicar diariamente alguns posts, devido aos imensos trabalhos que tenho tido, só agora é que surgiu uma oportunidade para fazê-lo e espero que ainda vá a tempo.

No passado dia 21 de março, em conjunto com a minha colega Andreia Ceriz, fizemos uma apresentação oral sobre o tema “Memórias de Tradução: Contra a Reinvenção da Roda e IATE – Que Futuro?”.

Este trabalho, baseado em autores especialistas no mundo da tradução, consistia em explicar de forma resumida as vantagens e desvantagens apresentadas pelas memórias de tradução, alguns exemplos de memórias utilizadas pela Comissão Europeia, algumas funcionalidades, a relação entre o tradutor e a tradução automática bem como os pares de línguas mais utilizados e trabalhados pelos serviços europeus. Relativamente ao Iate, este é uma base de dados terminológica que tem como principal objetivo servir as necessidades das Agências da União assim como um futuro tradutor (como eu por exemplo) ou simplesmente alguém interessado em descobrir apenas siglas que despertem curiosidade.

Para terem acesso a este trabalho cliquem neste ficheiro -> Apres. Mem. Trad. e IATE_Ana Isabel&Andreia

IATE

A maioria das pessoas não sabe que existe uma diferença entre um tradutor e um intérprete, mas a verdade é que ela existe e não é nada mais nada menos do que isto: Um tradutor escreve as traduções, quer seja manualmente quer seja a computador (se bem que hoje em dia o computador é quem manda) e um intérprete limita-se a traduzir oralmente.

Os tradutores trabalham com documentos escritos, incluindo livros, documentos jurídicos, registos médicos, websites, manuais de instrução, legendas para cinema ou TV, ou qualquer outra informação em forma escrita. Por outro lado, os intérpretes estão envolvidos em projetos que necessitam de tradução simultânea, por exemplo, conferências e reuniões de negócios, consultas médicas e procedimentos legais.

Ambos os tradutores e os intérpretes necessitam de um profundo conhecimento linguístico e cultural nas suas línguas de trabalho, bem como a capacidade em comunicar de forma clara e sucinta. É, no entanto, importante destacar as características distintivas destas duas profissões:

Os tradutores geralmente trabalham a partir dos seus computadores, e têm tendência em se especializar num determinado domínio. Os bons tradutores possuem excelentes habilidades de escrita e geralmente são perfecionistas, por natureza, com especial atenção ao estilo dos documentos de origem, bem como a precisão e o significado dos termos usados nas suas traduções.

Em oposição, os intérpretes não fornecem uma tradução palavra por palavra. Eles transmitem mensagens faladas de uma língua para a outra, instantaneamente e com precisão. Normalmente trabalham em situações de tempo real, em contato direto com as duas audiências. Baseiam-se principalmente nos seus conhecimentos linguísticos adquiridos através da formação e experiência, em que uma frase numa língua pode ser usada de forma inteiramente diferente noutra. Bons intérpretes são dotados de reflexos muito rápidos, de uma boa memória e de voz falada. Um intérprete é muitas vezes mais do que um tradutor; eles também agem como um facilitador entre o falante e o ouvinte, tanto a nível linguístico como a nível diplomático.

SDL-Traddos Studio

Mais uma dor de cabeça à nossa espera! Nada que não se resolva! 🙂

Mais uma vez, para não ficar aquém de todas as ferramentas de tradução de apoio ao tradutor até agora estudadas, aprendemos outra nova ferramenta. Nós, enquanto futuros tradutores e se assim o desejarmos ser mais tarde, temos de ter conhecimento dos verdadeiros programas informáticos que auxiliam as traduções para, de certa forma, evitar a desorganização e possíveis incoerências. Assim, o SDL-Traddos Studio tem como principal função inserir textos de partida de modo a escolher as línguas com as quais queremos trabalhar, para seguidamente procedermos à sua tradução. Cada segmento ou frase corresponde a uma célula do editor ou área de trabalho. Cada segmento apresenta-nos a terminologia efetuada no Multiterm que irá funcionar conjuntamente com o SDL-Traddos Studio. Esta terminologia provém então da base de dados já criada no Multiterm. É igualmente um programa de criação de memórias de tradução, que permite o armazenamento dos segmentos traduzidos e, por outro lado, a procura e identificação de termos já guardados dando a chance de os utilizar sempre que necessário.

Abaixo, exemplifico através de imagens estas duas ferramentas.

SDL Traddos